sexta-feira, setembro 21, 2007

Programa Juventude em Acção no YouTube‏: EUTube

A Comissão Europeia tem um espaço no EUTube (http://youtube.com/eutube) e lá poderão encontrar um spot publicitário sobre o programa Juventude em Acção bem como outras informações pertinentes sobre o sector da Juventude.

Recebi esta informação por e-mail, vejam está muito interessante!


Margarida B. M. M.

quarta-feira, setembro 19, 2007

Horários já disponíveis!

Estes são os horários do curso CPRI, este ano existe algumas disciplinas subdivididas em turmas (A, B)!
Boa Sorte na escolha!
Margarida B. M. M.

Praxes

Este ano o curso CPRI tem uma organização das praxes, vamos ver se corre bem!
Apareçam, participem e divirtam-se!

Margarida B. M. M.

sexta-feira, setembro 07, 2007

Conferência-debate


Almedina Atrium Saldanha – 11 de Setembro, 3ª feira
Ciclo Relações Internacionais: «Os desafios da Presidência Portuguesa»

O IPRI-UNL convida-o para estar presente no debate sobre «O Tratado da Reforma», no âmbito da presidência portuguesa do Conselho da União Europeia, no próximo dia 11 de Setembro pelas 19h00, na Livraria Almedina no Atrium Saldanha.

«O Tratado da Reforma»
Francisco Pereira Coutinho, Faculdade de Direito, UNL
Maria Teresa Paulo, Assembleia da República
Madalena Meyer Resende, IPRI-UNL


Apareçam
Margarida B. M. M.

quinta-feira, agosto 30, 2007

Livro do Mês: Agosto - A Guerra Fria

John Lewis Gaddis, professor da Universidade de Yale, publicou recentemente A Guerra Fria. O livro, cuja editora é Edições 70 e pertence à colecção História Narrativa, retrata precisamente o período que vai desde as bombas atómicas em Hiroxima e Nagasáqui, em 1945, até 1991 – A Guerra Fria.
Gaddis, nas suas aulas, costuma recomendar aos seus alunos um livro “que exige a leitura de quase 300 páginas só para chegarem a 1962. ‘Não pode abranger mais anos com menos palavras?’ perguntaram alguns delicadamente”. Foi assim que surgiu A Guerra Fria, com cerca de 250 páginas.
Destinado “sobretudo a uma nova geração de leitores para quem a Guerra Fria nunca foi uma ‘actualidade’” e, por isso, de forma simples, John L. Gaddis explica-nos como é que duas superpotências que foram aliadas durante a Segunda Guerra Mundial se transformam em grandes rivais, com capacidade para acabarem com a humanidade. As divergências ideológicas tiveram, de facto, um papel preponderante. O capitalismo que reinava num regime democrático opunha-se ao comunismo da autoritária URSS.
Não querendo aprofundar muito mais para não desfazer o prazer de ler o livro, fica apenas registado que esta é um obra muito interessante.
Sem ser demasiado pormenorizada, descreve e analisa os intervenientes na Guerra, as guerras como a do Vietname e da Coreia e discute importantes teorias sobre a guerra e a política.

Constança V. Santos
(Antiga Aluna da Republica das Letras, actual aluna da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa)

sábado, agosto 25, 2007

EDUARDO PARDO COELHO


Hoje de manhã faleceu Eduardo Pardo Coelho com 63 anos. O NECPRI não podia deixar de fazer referência a esta entidade científica de Portugal contemporâneo, um comentador versátil que escrevia sobre cultura e politica, um intelectual brilhante.

Nos últimos dez anos Pardo Coelho publicou uma coluna no Jornal Publico: O Fio do Horizonte, o Jornal on-line destrancou os artigos, apareçam e leiam:

http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=cronista%2Easp%3Fimg%3DeduardoPradoCoelho%2Ejpg%26id%3D%26check%3D1

Margarida B. M. M.

segunda-feira, julho 30, 2007

Livro do Mês: Julho - A Segurança da Europa Ocidental


O livro que escolhi foi "A Segurança da Europa Ocidental: uma arquitectura euro-atlântica multidimensional", de José Pedro de Sousa e Castro Teixeira Fernandes. Esta edição da Fundação Calouste Gulbenkian - Fundação para a Ciência e Tecnologia, 2002, faz parte da série bibliográfica "Textos Universitários de Ciências Sociais e Humanas", série que se propõem ao estudo das "tendências tecnocráticas contemporâneas", onde se nota "o regresso ás fontes clássicas do saber" como forma de criar um "novo humanismo".

Neste livro, começa-se por afirmar que a segurança precisa de ser alargada para uma escala maior, com novas dimensões, e os Estados, como actores não westfalianos, as OIG´s em especial, serão os responsáveis pelas partilha das tarefas que estão associadas a essa realidade.

"É estabelecida a hipótese principal de que a arquitectura interna mais adequada à segurança da Europa Ocidental é Euro-Atlântica, centrada na UE e na NATO, dotada de uma concepção de segurança multidimensional e assente numa base europeia supranacional ou de união política original; e que a arquitectura Euro-Atlântica se deve articular com uma arquitectura externa mundial (ONU) e regional (OSCE), no âmbito de uma segurança menos estatocêntrica e mais humana."

Os Autores fazem "uma análise e avaliação crítica dos contributos das diversas correntes teóricas e das ameaças à segurança no mundo do pós-Guerra Fria, concluindo-se pela necessidade da substituição do tradicional conceito unidimensional (militar) por um novo conceito multidimensional (militar, económico, societal e ambiental)."Nesta obra também é feita a análise das principais OIG's , nas quais é materializado a arquitectura interna e externa da segurança, descrevem-se as suas caracteristicas, evolução e funções.

Quais as conclusões que se retiram da leitura desta obra? Primeiro que "a arquitectura Euro-Atlântica depende da arquitectura externa mundial (ONU), enquanto fonte de legitimidade do uso da força" e vai ser favorecida pela arquitectura externa regional (OSCE) no que toca ás dimensões não militares da segurança. Em segundo lugar conclui-se que a NATO tem de ser dotada de "uma concepção de segurança multidimensional de facto, alargar a integração supranacional da UE á dimensão militar, ou transformá-la numa união política original".

Penso que é uma obra bastante interessante e pode ser uma mais valia numa pesquisa para um trabalho ou investigação, ou até mesmo como base de estudo para alguma cadeira de CPRI, nomeadamente na área de Relações Internacionais.


Boas férias e boas leituras.

Tânia Lucas Tomé