quarta-feira, outubro 15, 2008

A actual crise financeira em debate


A actual crise financeira em debate
Luís Campos e Cunha e Pedro Santa-Clara
Professores Catedráticos da Faculdade de Economia da UNL

22 de Outubro, das 15h30 às 17h00Campus de Campolide, Faculdade de Economia, Auditório A224 (2º Piso)

Perante a actual crise financeira internacional várias questões se levantam: Quais os reflexos na União Europeia e nas suas instituições financeiras? Até que ponto a Economia Portuguesa vai ser afectada? Estará a crise para durar? Quais as implicações directas nos investidores e consumidores portugueses?
Esta sessão destina-se exclusivamente a alunos, docentes e colaboradores da Universidade Nova de Lisboa. Não perca a oportunidade de perceber melhor toda a crise financeira actual e a sua envolvente explicada por professores especialistas na área. Não falte!
Para mais informações contacte:
Gabinete de Comunicação e Informaçãoinfonova@fe.unl.pt +351 213 801 638

2 comentários:

Income disse...

Achei curioso na palestra de ontem na Catolica, dia 17/10/2008 os economistas Fernandes e Cesar das Neves, alegarem que daqui a 2 anos ou 2 anos e meio ( nao será antes 2 anos e meio e 2 quartos???) que a crise estava ultrapassada.Isto leva em conta uma coisa, o Prof Cesar das neves em algumas aulas disse que era impossivel prever certas coisas e hoje( ontem) ja estava a cair na falacia narrativa das previsoes. Por que é que preveem? Se as previsoes nunca batem certo, para que prever? Para que tentar prever? As previsoes sao como os jogos de azar, ninguem prevê o euromilhoes, logo é impossivel prever como estará a crise daqui a 2 anos e meio. Ainda para mais quando os modelos de previsao sao baseados em curvas Gaussianas......!!! O mais curioso é que ninguem previu esta crise. Se ela fosse prevista ha 2 anos, ela nao teria acontecido. Para que darem palestras sobre o que se passou quando deveriam era ter dito," isto vai acontecer num futuro proximo e por isso devemos agir" mas nao , agora a moda é falar-se muito da crise e fazer previsoes de quando é que ela está acabada. Qual é o senso disto? A Economia está longe de ser uma ciencia exacta ainda mais com modelos Gaussianos. Façam um teste, ponham um macaco a ler as ultimas crises dos 100 anos, e a fazer contas de quanto tempo as crises demoram a serem limpas. O macaco vai fazer umas médias aos varios periodos de crises e recessoes e vai dizer. " a duraçao media das crises é de 2 a 2 anos e meio, por tal esta daqui a 2 anos ou 2 anos e meio ou 2 anos e meio e 3 quartos, vai passar"
Nao se deixem levar pela falacia das previsoes. É por serem falacias que fundos de investimento perderam quantias de 500 milhoes e 1 biliao de euros. É por isso que bancos faliram. Se o Cesar das Neves dizia aos alunos ha uns anos para nao cairem na falacia das previoes, por que razao ha-se estar agora a faze-las para determinar o fim da crise???

Um abraço

Market disse...

O dr. professor joao cesar das neves perdeu o juizo por completo
leiam isto
Agência Financeira) A actual crise financeira internacional é «banal». Quem o diz é o economista João César das Neves.

O também professor da Universidade Católica admite que, apesar de «normal», a situação pode ser «assustadora» para muitos. «Esta crise é uma coisa normal, banal. Pode ser assustadora, mas é como os furacões na costa dos EUA: parece que vai acabar o mundo, mas é uma coisa que acontece ciclicamente e é normal, todos os anos há furacões naquela zona».

Do mesmo modo, diz, as crises financeiras também são mais frequentes do que se pode pensar. «As pessoas esquecem-se que nos últimos 37 anos existiram 124 crises bancárias sistémicas, e houve ainda crises cambiais, de dívida, etc.», afirmou, num encontro promovido pela Associação Cristã de Empresários e Gestores (ACEGE).

A única diferença entre esta crise e as dezenas de outras que aconteceram nas últimas décadas, é que as outras afectaram um país de cada vez (Japão, EUA, Islândia, Reino Unido). «Esta crise só é especial por ser mais vasta, por existir uma simultaneidade em vários países, mas não é diferente. É como o maremoto que assolou o sudeste asiático em 2004. Maremotos acontecem frequentemente, aquele só foi diferente pela sua vastidão», exemplificou.



Comentarios para que? Nem a crise dos Savings & Loans foi assim. Esta é 100 vezes pior.
Custa-me ler frases destas dadas assim para o ar. O ano passado um conceituado economista do MIT PHD DR MBA etc, portugues, Ricardo qualquer coisa, disse em setembro de 2007 que daqui a um mes ja ninguem se lembra desta crise.

Eu pergunto-me, em que faculdades é que estes tipos dao aulas pois eu nao quero ser alunos deles. Isto tambem me cheira a falácias da Economia. Ninguem sabe nada e todos mandam tiros para o AR

Lamentavel